"Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos.Mas, uma tempestade sopra do paraíso e prende as suas asas com tanta força que ele não pode mais fechar-las" (Walter Benjamin, Teses sobre o conceito de História)
11 de out. de 2012
Relampejar da História
12 de jun. de 2011
Mapas do acaso
7 de jun. de 2011
Do nascimento das coisas

27 de mai. de 2011
Da História

A esperança dorme com o historiador, pois, este sonha o mesmo sonho daqueles que estão no passado, confabula a mesma conspiração, participa da mesma sociedade secreta, bebe a mesma bebida na mesma taberna, olha as mesmas estrelas... E esses sonhos, essas conspirações, essa sociedade secreta, essa bebida, essa taberna e essas estrelas têm o nome de felicidade.
15 de mai. de 2011
História Frágil
Os discos voadores chegaram e nesse mesmo dia os mortos voltariam a vida, poucos minutos depois os deuses entrariam em guerra, antes que essa guerra acabasse os animais contariam histórias ao homens, ao mesmo tempo as montanhas se cansariam de suas posições e virariam, antes delas completarem os movimento, os computadores se revoltariam e as telas diriam o que deveríamos fazer. Mas, eu nem ficaria sabendo, pois estava no meu quarto, sem fazer nada, só esperando ela ligar[1]
A história que vivemos não é necessariamente a dos grandes movimentos, assim como o disco voador não foi visto, talvez não tivemos medo do comunismo, da bomba nucelar ou dos ditadores latinos americanos. Vivemos com os sorrisos, com as lagrimas de quem nos é próximo e com quem para o bem ou para mal nos importa. A História só existe, então, no encontro ou no desencontro.
[1] Adaptado do poema “Quando os discos voadores chegaram” de Neil Gaiman no livro: Coisas Frágeis 2
